3.12.13
19.1.11
/// instalação site specific _ FRAGMENTOS
Com fragmentos, remato mais um ciclo de exercícios, corrente na minha prática laboratorial. Onde reaproveito e re+ciclo desenhos antigos guardados no meu arquivo, e a partir dos quais componho novas página visuais. São desenhos em que recorro por vezes a processos e mecanismos do aleatório na selecção das imagens e composição. A génese metodológica deste processo é criar um terreno de reflexão e experimentação como prática artística. Aqui, avalio funções do desenho, materializando-as pela prática do traçar, riscar, pintar, rasgar, desbastar, separar, acrescentar, cortar, colar... e repetir vezes sem conta todo o processo. Onde o fim parece não ter lugar.
A pele corrosiva destes desenhos, os quais chamo de híbridos por se situarem na fronteira entre desenho e pintura, são trabalhados com tintas de diferentes cores e meios, tais como guache, acrílico, óleo, verniz, tinta de serigrafia e diferentes tipos de fita-cola, que estruturam toda a página e uniformizam o todo. Aqui, risco e arrisco, assumindo os erros e desvios que ocorrem ao longo do processo operativo, tanto ao nível técnico como plástico, criando uma cadência de desenhos aliada à sua dimensão, cor cáustica da superfície rompida pelo tempo.
O ritmo dinâmico dos diferentes formatos, papéis e assuntos dos desenhos, criam um padrão orgânico, onde se vislumbra o caos e desponta um novo desenho.
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Até ao fim do mês, no AISCA
Antiga discoteca do Hotel Viana Sol
Viana do Castelo
28.12.10
24.12.10
/// a AISCA está em festa
Verdadeira semana natalícia na AISCA (Associação de Intervenção Social, Cultural e Artística de Viana do Castelo): comemora-se um ano de actividade e celebra-se o contrato do espaço.
Parabéns e obrigado!
Aqui apresento umas fotografias da instalação que fiz com os meus desenhos.
continuação!
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20.1.09
/// a mesa está servida //////////////////////////////////////////////
só para abrir o apetite:)
aqui deixo espreitar a mesa que pintei, numa das paredes da minha exposição, Fragmentos e Aparas na Galeria Fernando Santos, no Porto, Rua Miguel Bombarda, (Espaço 531).
fico à espera da vossa preciosa visita.
Patente até 29 de Fevereiro de 2009.
De 3ª a 6ª das 10h00 às 12h30 e das 15h00 às 19h30.
Segundas e Sábados das 15h00 às 19h30.
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3.5.08
/// continuo com work in progress noutra sala dos maus hábitos 
aguardo pela vossa visita!
até 10 de maio

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+ Exposições, Installation, processos e mecanismos do aleatório
14.4.08
8.4.08
/// Incubar um sonho 
Sou surpreendido com asas bem abertas, a confiar na locomoção do meu voo, em que desamparadamente sem qualquer direcção aparente, sou levado pelo impulso, ao encontro perdido no espaço das possibilidades, deixando-me consumir pelo vácuo que se faz sentir, sou recebido pelo horizonte que me orienta, num possível sentido. De repente, por estranheza, sou abalado com espanto por um flash alado de uma nuvem esfumada, que espelha a invasão do meu reflexo, pela atracção deste encontro. Vou em direcção desta nebulosa claridade, deparando-me de repente em frente de uma misteriosa entrada, com o aspecto de ser frequentado por “seres com maus hábitos”. Aventuro-me timidamente, arrisco paulatinamente a entrar pela passagem desta desconhecida descoberta, passo a passo, deparo-me com um lugar enigmático, em que sou empurrado por um orgasmo incontrolável de sístoles nervosas, com a ousadia de poder vencer, vou em frente, lá no fundo vejo o brilho cintilante de uma pequena casa, construída sem paredes, nem portas ou janelas, mas, ornamentada com o mais belo jardim, que alguma vez tive oportunidade de contemplar. Embriagado pelo vislumbre desta minha aparição e apaixonado pelos estímulos e impulsos que diagnosticam o interesse das possibilidades oníricas, lanço-me sem hesitação, interpelando e renovando experiências, para aumentar o recheio da minha colecção, de novas quimeras. Recolho com excitação, algumas das exóticas sementes que por lá recitava, satisfazendo com determinação acrescida, o sonho que arrasta as minhas fantasias, desta utópica estadia, ambicionando que possa um dia, brotar e desabrochar noutros encontros aos que sonham com esta mesma sintonia e construir os seus ninhos fazendo eclodir jóias e beijos desta sensível magia.

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2.7.07
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15.6.07
/// escorrimento 3D 
Land Art deixado ao acaso, em cimento armado, no meio do caminho desta mata em Marrancos, Braga.
Escorrimento
Dimensões variável
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15.5.07

Deixo cair tinta, gota a gota, tecer a sua mancha ao sabor do papel, lentamente. Colorir flores e íris que parecem abrir-se para o mundo.
serie, CROMATOGRAFIA
tinta permanente s/ papel mata borrão
18X18cm
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/// cromatografias
I drop ink, drop by drop, to make its spot flavour off the paper, slowly, colours and rainbows flowers, that seem open to the world.
The size of each CROMATOGRAFIA is 7X7 inches

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16.4.07
/// I SPY IN MY LITTLE EYE SOMETHING THAT IS... //////////////////////

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Completely unexpected, treating the pleasure of a voyeur, I observed vulnerability naked, the celebration of a blind and transparent orifice, a stage that percale me with the aspiration of light, the living reflection, returning as in a virgin experience. Bitten with blindness, in the eyes, I see and review each time, more and more beyond the look of evolvement, growing and learning to apprehend the multiply dimensions of knowledge, throughout this elementary and extraordinary trip, recreating concepts and contemporaries agreements, enriching diversity and cultural. Glued amazingly in the retina, the erodes of all reasons, where I filter it open, imagining any possible existence, breaching with the borders, dimensions of a new aura from a floating horizon, where I meditate admirable forms and onírical images emerging and expanding in the universe of perceptions, feeling the conscience of a new sprout, where I come back and question, infinite felt for this reality. Surprisingly I contemplate, with a look of seeing, eyes in the eyes, of infinite reflection of the soul, looking throw the mirror, the simple and magic existence, to be or knot to be, where directions dives, when, seeing and feeling in time and space, urged quiet and organic memorable moments, finding holes filled with new flowers that sprout in a richness growth and clarification. I create and dream metamorphosing an amazing and variable garden, waiting whenever the new traveller can usufruct the same pleasure and understand this simple reason of being. To see with love is to be alive…
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15.4.07
/// FRASCO MENSAL / FRASCOS MENSAIS 
Neste projecto, assumo um processo meticuloso e paciente de experimentação, explorando novas possibilidade com o desvio do suporte.
Este conjunto de 24 frascos, representa dois anos de trabalho, em que consiste no reaproveitamento e recolha de restos, fragmentos e aparas de alguns desenhos, pó, lixo de pequenas dimensões, que me foram ficando no chão do meu quarto/atelier nas Caldas da Rainha, tudo para dentro de um frasco. Estes pequenos registos, são resultante dos projectos que estava a desenvolver ao longo desse mesmo mês, juntando tudo dentro de um frasco e fechando-o, por meses.
No fim de cada mês, estes frascos que serve quase como arquivo diário do mês, marcando a diferença mínima entre "lixo" e "obra”, servindo-me deste registo, como momento de reflexão, dos projectos abordados desses meses, diferenciando cronologicamente, as diferentes sensibilidades ao longo destes dois anos, como se de um mensário se tratasse.
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In this project, I assume a meticulous and patient process of experimentation. This set of 24 bottles, represents two years of work, that consists of using to advantage and collecting scrupulously, to a bottle, the leftovers, dust, garbage of small dimensions, remaining portions of drawings and projects in elapsing of the month that are found in the flour of my proper room/atelier in the Caldas de Rainha. Joining everything and closing each month, inside a bottle. In the end of each month, these bottles are marked between the minimum difference “garbage” and “workmanship”, serving me as moment of reflection of the boarded projects of this month and chronologically to visit the different sensibilities throughout these two years.
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FRASCO MENSAL/FRASCO MENSAIS
Janeiro 1999 até Dezembro 2000
Sequência total de 24 Frascos / um frasco referente a cada mês.
Técnica mista, “lixo” obtido com a limpeza do meu atelier, dentro de um frasco por mês.
Vista da imagem, instalação na Galeria Arthobler , Porto 2001
13.4.07
/// DEUS CRIOU UM LINDO MUNDO PARA QUE POSSAMO PINTAR SOBRE ELE
Nesta instalação eu pretendia registar o tempo e espaço de todos os possíveis visitantes, em que pudessem participar neste mesmo projecto com um cunho pessoal em que convidei com prazer, a colorir, como e onde quisessem, com marcadores ou lápis de cor, que se encontravam disponíveis num recipiente. Cada pessoa era livre de escolher uma cor e sentir-se livre de riscar, desenhar e pintar à sua vontade. 

Deus Criou um Lindo Mundo Para Que Possamos Pintar Sobre Ele
2 Desenhos /Á imagem de Deus 100x70cm cada
1 Desenho / Paraíso 110x165cm
Sala de exposições nº 7
Maus Hábitos 13/Julho/2006
God Created a Pretty World So Letting us Paint On It
In this installation, my intention was to register the time and space of all the possible visitors, where they could participate in this project with a personal matrix, here I invited with pleasure, to colour, where ever they wanted, with markers or pencil of colour, that are available in a container. Each person was free to choose a colour, to draw or paint by free will where ever they wanted. Two of these drawings, I made from photographs that I took in the pavilion of Brazil from the Expo 2000 in Hannover, composing and creating this way, the image of God, I also drew, the Paradise, coming from another photograph that I took, in a beautiful day of Spring.
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God Created a Pretty World So Letting us Paint On It
2 Drawings/From the image of God 100x70cm each
1 Drawing/Paradise 110x165cm
Exhibition hall nº 7
Maus Hábitos 13/July/2006
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Estas MINI-PAULOROID com um tamanho e caracter de pocket art resultam, de uma selecção feita a partir de recortes e fragmentos de imagens 5x5cm, que venho coleccionando desde o ano 1998, imagens estas, de jornais e/ou revistas que já foram publicados. Este fragmento de imagem é manipulado, colando-o num suporte de cartolina semi-rígido e comprimindo-o com uma impressão em gravura a seco, no verso das mini Pauloroid, existe um quadrado impresso em serigrafia a negro. Construindo assim uma biblioteca de imagens, pertencentes a um registo temporal passado, cristalizando-os e fechando-os em pequenos objectos únicos, chamando-os de MINI-PAULOROID.

These MINI-PAULOROID with the size and caracter of a pocket art, are the result of a selection made from clippings and fragmenting images 5x5cm, which I come collecting since the year 1998, these images are from magazines that already had been published. These fragment of image are manipulated and glued it in a semi-rigid bristol board support and compressing it with an impression in engraving in dry ink. In the verse of mini Pauloroid, exists a black square printed in silk-screen. Thus I construct a library of images, pertaining to a secular past register, crystallizing and closing them in small unique objects, calling them MINI-PAULOROID.
Colecção: Pedro Cabrita Reis, Portugal

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