8.1.08

1.1.08

love melts



residuos
oleo s/ papel
4x3cm

31.12.07

/// Desejo a todos um óptimo e feliz ano 2008



Troco uma flor por uma carta de amor

Que este novo ano de 2008, seja uma folia sensualmente divertida, com muitos encontros e reencontros, do ainda nada perdido. Com um mesclado de sonhos realizáveis e amor belo, repletos de alegria diversificada e intensa criatividade expansiva, sintonizada pelo erotismo e harmonia das cores, tocando novas melodias produzidas pela natureza da existência, redescobrindo aromas das percepções reflexiva, que espelham vislumbramentos do inverso das coisas, assediado pela liberdade, criando assim novas possibilidades para um colectivo vivo e feliz, maior e melhor.
muitos beijinhos oníricos para 2008.

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/// I wish you all a good and happy new year 2008

I´ll trade a flower for a love letter
This new year, I wish you all, a cheerful sexually fun year, with many meetings and lost meetings, yet nothing lost. With a mixed of achievable dreams and beautiful love, full of diverse joy and expansive deep creativity, tuned with eroticism and harmony of colours, playing new melodies, produced by the nature of existence, rediscovering aromas of reflexive perceptions, which reflects visions of opposite things, harassed for freedom, thus creating new opportunities for a, alive and happy collective, bigger and better.
Many onírical kisses for 2008

28.12.07

//// novo ano à porta



24.12.07

/// feliz natal amiguinhos /////////////////////////////////////////


Que a iluminação irradiante desta estrela, nos invada com inspiração e espanto, às melhores sensações para 2008

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/// marry Christmas to all my friendly visitors

The lights of this radiate star, invade us with amazing inspiration and the best feelings for 2008
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oleo s/ papel 2X3cm
oil on paper 0,7X1,8inches __________________________________________________________________

18.12.07

/// HO! ho! hi! heY!



15.12.07

++ cromatografias




série, CROMATOGRAFIAS
tinta permanente s/ papel mata borrão
61X43cm

14.12.07

+ cromatografias




nova série de cromatografias agora num formato maior
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New series of cromatografias, now in a larger size
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série, CROMATOGRAFIAS
tinta permanente s/ papel mata borrão
61X43cm

6.12.07









residos
óleo e fita cola sobre papel
30X42cm


4.12.07

/// chegou Dezembro



na praia da amorosa

26.11.07

espalha amor



colagem:
fragmentos de desenho do meu arquivo
sobre papel
9x9cm

22.11.07

/// facada #9



aqui está um desenho que fiz para a fanzine "facada # 9".
a sair em breve!

21.11.07

semear para colher




preparo previamente a pele, para plantar uma nova semente, com o fim de a poder ver germinar…novas possibilidades
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/// sow to reap!
Preparing my skin, to plant a new seed in order to be able to see new possibilities germinate…



17.11.07

/// hoje no Diário de Noticias
"Uma mulher que é metade peixe e outras fabulosas bizarrias"






Numa altura em que a globalização económica e cultural parece cada vez mais imparável, a tendência da maior parte dos criadores é para se expressarem em inglês, língua dominante e passaporte de acesso aos mercados com extensão planetária. Alguém lembrar--se de inverter essa tendência, ainda por cima quando o idioma de Shakespeare é a sua língua materna, pode parecer absurdo. Mas é isso que acaba de acontecer com Rhys Hughes, um autor galês muito ligado ao universo da literatura fantástica, que escreveu A Sereia de Curitiba, um "pequeno livro de histórias interligadas", a pensar exclusivamente na publicação em língua portuguesa.

Resumindo: por vontade expressa de Hughes e para boa fortuna da editora Livros de Areia, estes oito contos só existem assim, traduzidos por Safaa Dib. Ou seja, enquanto "variação" de um original que "nunca será visto". Soa borgesiano? Não é por acaso. Jorge Luis Borges, o mestre argentino dos contos eruditos e labirínticos, está no topo do panteão literário de Hughes, um pouco acima de outros experimentadores dos limites ficcionais, como Italo Calvino, Milorad Pavic ou Donald Barthelme.

E tanto assim é que a primeira obra que Hughes editou em português, já na Livros de Areia, foi Uma Nova História Universal da Infâmia (2006), magnífica homenagem que replica a estrutura de um dos mais importantes livros de Borges, sem se ficar pelo mero epigonismo, antes aplicando o seu estilo delirante e o seu humor absurdo às formas criadas pelo autor de O Aleph.

Curiosamente, o ponto de partida deste novo livro continua ligado a Borges, ao compensar uma falha imperdoável do Livro dos Seres Imaginários, em que o escritor argentino se esqueceu de incluir (ou não quis incluir) a sereia, esse mítico ser híbrido - metade mulher, metade peixe -, que leva os homens à loucura com o seu canto.

A sereia de Hughes vive em Curitiba, alvoroçada com a folia do Carnaval, e é mais uma musa frágil do que uma pérfida sedutora. Com os seus "cabelos ondulados", transtorna emocionalmente um Viajante de imaginação fácil e dá o mote a uma série de aventuras maiores do que a vida, em que tudo pode acontecer, desde viagens à Lua (onde os tritões passam a vida a observar o que se passa cá em baixo, através de telescópios cujas lentes encaixam nas crateras) até fugas mar adentro em cima de uma colher com nove metros.

Há também histórias sobre piratas e sobre os boémios tristonhos de Swansea, parábolas engenhosas (Horizonte Eterno), jogos de pura deriva surrealista (Falsa Alvorada de Papagaios), deliciosas narrativas de registo nonsense (Tudo para Nada e Regresso a Zenda), além de um conto genial, Cultos da carga na Ilha do Beijo Picante, que dinamita as fronteiras narrativas e engole literalmente um leitor que simboliza todos os leitores.

Neste livro, Hughes quis ser uma espécie de oitocentista pós-moderno, um Júlio Verne que só escrevesse durante trips de LSD. O resultado é tão bizarro quanto fascinante.

José Mario Silva


16.11.07

+ jardins sonhadores





Que as sementes, destas flores alegres e coloridas, caiam sobre o teu chão fértil e pinte com amor solto, a felicidade de estar vivo.

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/// + gardens dreamers

I hope the seeds of these colourful and cheerful flowers, fall on your fertile ground and loose paint with happiness and love.

óleo s/ papel canson 130g
formato A2

13.11.07

///desvio?



sinais do nosso tempo
:)