21.10.07
11.10.07
/// era um jardim muito sonhador 
O soberano jardim que ali estava prontificado, sonhava para mais um vislumbramento onírico. Seduzido pela lufada de ar, de um ambiente utopicamente imaginário, desejando que as mentalidade vividas em sonhos, adivinhassem lembranças das imagens do sono, possibilitando os devaneios dos sonhos, o cobiçar das representações intensamente desejadas, desencadeando interpretações alheias à verdade, fazendo-se entregar às fantasias que possibilitam o melhoramento interpretativo do real, com a suspeição de que todas as possibilidades aliadas à realidade, são ficções de um extraordinário retorno, ao sonhar mais alto, acordado.
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/// A very dreamer Garden
The sovereign garden, that there was presented, dreamed further for an onirical glimpse. Seduced by a breath of air, by an utopian and imaginary environment, wishing that the mentality experienced in dreams, sign memories from images of sleep, allowing the daydreams of dreams, greed representations of intensely desired, triggering interpretations unrelated to the truth, delivering fantasies and making up, improving the interpretation of the real, with the suspicion that all possibilities allied to the reality, are fictions of an extraordinary return, of the highest dream, woken.
óleo sobre papel canson
formato A2
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5.10.07
/// capa do livro A Sereia de Curitiba 
Aqui está a capa do livro de Rhys Hughes, A Sereia de Curitiba, editado pela Livros de Areia com design de Pedro Marques e com tradução Safaa Did, que estará à venda a partir de meados do mês (PVP 17€) e que será apresentado em Lisboa nos dias 24, englobado num programa do BC, em que o Rhys fará uma leitura no Café no Chiado e no dia 25 na sede do British Council, pelas 21:00h e também como já foi aqui dito, dia 26 na FNAC do Colombo, às 18:30h com a presença de Fernando Alvim.
© capa: 2007 Livros de Areia Editores Lda. / Design: Pedro Marques
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1.10.07
/// dia 26, encontro com papagaios
Está confirmado, que no dia 26 de Outubro, na Fnac do Colombo em Lisboa, a apresentação dos novos livros editados pela Livros de Areia, que vai ser marcada com a presença do Rhys Hughes, autor dos livros, Uma Nova História Universal da Infâmia e agora com este novo, que será publicado apenas em língua portuguesa, A Sereia de Curitiba. Está também confirmado a presença do Fernando Alvim (uma das vozes na Antena3 e o rosto na SIC Radical e que dirige também esta revista 365). Eu também lá estarei, acompanhado com as projecções dos desenhos que fiz para o livro, juntamente com a editora de Livros de Areia.
Contamos também com a vossa simpática presença!
Até então!
aqui está mais um desenho do livro.
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26.9.07
/// apresentação da sereia
Pois é, já terminei os desenhos que andava a fazer para o livro, A Sereia de Curitiba de Rhys Hughes, que vai ser editado pela Livros de Areia e sairá entre o final de Outubro e o início de Novembro, juntamente com mais dois livros, Pequenos Mistérios de Bruce Holland Rogers e O Sonho de Borges de Blanca Riestra.
Já se pode também espreitar o aspecto das capas destes livros, com design gráfico de Pedro Marques, no blog da editora em livrosdeareia.blogspot.com.
Estes livros, serão posteriormente apresentados na Fnac do Colombo em Lisboa, acompanhados com projecções dos desenhos do livro.
Só para aguçar a curiosidade, apresento aqui, a sereia que fiz para um dos contos. Posteriormente colocarei outros desenhos, deste livro cheio de contemplações mágicas e encontros misteriosos.
A não perder!
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19.9.07
14.9.07
/// passarinhos a bailarem
piu! piu! piu!piu! piu! piu!piu! piu! piu!piu! piu! piu!piu! piu! piu!piu! piu! piu!piu! 
óleo sobre papel A2
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13.9.07
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+ Pintura
6.9.07
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+ Pintura
4.9.07
/// sinais do tempo ////////////////////////////////////////////////
Sinais das feridas, que marcam pequenas manchas, picadas pelo tempo com cortes momentaneamente aguçados, transparecendo o passado que perturba o reflexo do futuro, espelhando o nervosismo do presente.
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1.9.07
27.8.07
14.8.07
Hoje fui até à praia da Amorosa (Viana do Castelo), mas estavam a chover algas verdes para todas as direcções, vindas das profundezas das águas frias, barcos intimidados pelo nevoeiro que se fazia sentir no horizonte, adivinhando o mau tempo que estava por vir, a areia humedecida e salpicada pelos pingos que a cobriam, afastava os habituais visitantes que ali costumavam estacionar, pois já nada havia a fazer, o tempo capitaneava o espaço. Foi então que aproveitei para atravessar a paisagem e espetar uma bandeira lá ao longe sobre uma onda, anunciando assim a minha presença, esperando pelo amanhã, que o melhor sol possa brilhar com o seu generoso sorriso e o afecto do seu calor.

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+ Pintura
26.7.07
21.7.07
/// human doll
Um brinquedo violado num formulário de um ser humano, comportando-se como se este dia acabasse hoje, nesta terra, em que arrisco em riscar superfícies, para me sentir emocionalmente vivo.
Necessito ir um pouco mais profundo, onde sinto a ferida a pulsar como o tik-tak de uma bomba à espera para rebentar, jorrando renovados contornos de um sentir reflexivo, embriagado pela vontade de desfrutar outras variedades e gostos que me faltam ainda conhecer, enriquecendo-me com uma outra pele, um afluindo para um novo comportamento intelectual, ditando novas sabedorias numa era a que todos chamam de moderna?
Procuro mais além, o encontro das práticas defendidas pelos seres que tentam construir conceitos ideológicos e em que maquinizam o sistema com pequenos e lentos ritmos, conduzindo-nos com limitação, dando a ideia ilusória, de que somos todos espontaneamente livres, nesta cadeia de interligações, em que somos hierarquicamente sobrepostos uns sobre os outros, como mais um número.
Terei que tirar uma senha e fazer fila?
Enquanto isso, penso se realmente necessito esperar para que o meu próximo me diga o que tenho de fazer. Desisto com facilidade, desta espera, pela minha vez e atiro-me com uma vontade renovada à luta com todas as flores do meu jardim para embelezar a mundividência que nos rodeia, tentando assim completar com acréscimo o resultado desta revelação que me faz crescer, contemplando uma miscelânea de aromas e cores, referências. Crio então uma fragrância para que todos possam juntar às famílias das minhas sintonias.
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A toy violated in a form of a human being, behaving as if this day finished today, in a land, where I risk in scratching out surfaces, to feel emotionally alive.
I need to go a little deeper, where I feel the wound beat as a tik-tak of a bomb, waiting to explode, gushing out renewed contours to feel reflexive, tipsy for the will to enjoy other varieties and tastes that I need to know, enriching me with another skin, flowing for a new intellectual behaviour, dictating to new knowledge in an age that we all call modern?
I look further than and meet the practical ones, how defend the beings that try to construct ideological concepts and mechanism the system with small and slow rhythms, lead-in the ones with limitation, giving the illusion idea, which we are all spontaneously free, in this chain of interconnections, where hierarchy we are overlapped ones on the others, as another number.
Will I have to take a password ticket and make line?
Meanwhile, I think if I really need to wait, so that my next one will tell me what I really need to do. I give up easily, of this waiting for my time, throwing with a renewed will and fight with all the flowers of my garden to magnify the world of all the beauty that in circles us, trying to complete with addition the result of this revelation that it makes me grow, contemplating a miscellany of tastes and colours. Consequently, I create a fragrance that we all can join in these families of my tunes. 
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17.7.07
/// wet red dream 
O sangue vermelho, excitantemente quente, produzido pelo fogo que queima como que um espelho quebrado, reflecte imagens de um visionário romântico, flamejando a imaginação como foguetes, cores brilhantes, pulando a luz das chamas em paixão. Assim, juntamo-nos agitando as asas e voamos para um lugar muito longe, tão longe que todos os sonhos deixam de ser utópicos.
triptico
tinta permanente e marcadores sobre papel mata borrão
cada desenho 18X18cm
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The excitable hot red blood, produced fire that burns as a broken mirror, reflecting images of a romantic visionary, flaming the imagination like a firecrackers, strong shinny bright colours, leaping light and blazes of passion. So together we flap wings and fly far away, so far that all the dreams are no longer utopian.
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